Com os avanços da ciências, tecnologia e medicina, diversos aparelhos e dispositivos foram criados para garantir um maior conforto e qualidade de vida para as pessoas. No caso dos pacientes que passaram pela cirurgia de colostomia, a bolsa de colostomia é essencial para garantir a normalidade da rotina e evitar inconvenientes e, até mesmo, infecções. Nos parágrafos a seguir você vai entender melhor o que é esse item e conhecer alguns procedimentos cirúrgicos em que seu uso é indicado. Acompanhe!

O que é a bolsa de colostomia e como ela funciona

A bolsa para colostomia foi desenvolvida para facilitar o transporte das fezes para o exterior do corpo. Também conhecida como bolsa coletora, ela é instalada ao lado do abdômen, atuando junto ao intestino grosso, órgão responsável pela eliminação dos resíduos através do estoma, que é a abertura feita na parede abdominal para o encaixe da bolsa.

Em casos de traumas de baixa complexidade, a bolsa é utilizada por um período temporário, que costuma variar entre um e seis meses, até que a recuperação do paciente esteja completa.

Porém, há situações mais graves, onde há necessidade de amputar o reto, por exemplo, para impedir o avanço de um tumor ou em casos de ressecamento do intestino grosso e do reto, o uso da bolsa de colostomia se torna permanente.

Quando seu uso é indicado?

A intervenção cirúrgica denominada colostomia é realizada por diferentes motivos. Dentre os principais, estão os seguintes: imperfuração anal, neoplasia, amputação do reto e fistulas retrovaginais.

Tipos de bolsas coletoras

Existem diferentes tipos de bolsas, que atendem a diferentes necessidades dos pacientes que realizaram a cirurgia de colostomia. Entre elas estão a drenável, não drenável, peça única, duas peças, a transparente e a opaca.