Cada uma das quatro gestões nessas três décadas de funcionamento do Conselho Regional de biomedicina – 3ª Região não mediu esforços para estruturar, executar e inovar constantemente a fim de direcionar ações efetivas que pudessem favorecer o funcionamento da entidade e de suas atribuições. Por meio de colaborações distintas, cada gestão trouxe inovações que modernizaram a estrutura e otimizaram o funcionamento da entidade.

O primeiro mandato foi de uma Junta Diretiva presidida pelo biomédico e professor Sérgio Antonio Machado, de 1990 a 1995. O início foi marcado por inúmeros desafios. Ele recorda que naquela época a entidade funcionava na casa dos pais dele. "Mais tarde foi possível alugar uma sala no centro da cidade e estruturar melhor o trabalho da entidade", conta. Ciene Sueli Machado, esposa de Sérgio, mesmo não sendo biomédica era quem colaborava com ele nas questões administrativas e até na limpeza e conservação da sala.

Cláudio Lôbo Mecenas foi o primeiro presidente a ser eleito pelos biomédicos. Cláudio esteve à frente do CRBM-3 por dois mandatos consecutivos, 1995 a 1998 e 1999 a 2002. Ao final do período, a presidência ficou a cargo de Luiz André Tavares da Silva, entre os anos de 2003 a 2007 e de 2008 a 2011. Luiz André foi o responsável por adquirir a sede própria do CRBM-3, localizada no Setor Sul, em Goiânia (GO), e por implantar um software para otimização dos processos administrativos.

Também por duas gestões consecutivas, o biomédico e perito criminal Rony Marques de Castilho, presidiu o Conselho de 2011 a 2018. O período foi marcado pela modernização das estruturas através da descentralização do Conselho em Seccionais e Delegacias, pela implantação de tecnologias digitais que trouxeram agilidade ao atendimento, pelo incremento na fiscalização em toda a jurisdição, pela gestão por processos e ainda pela inclusão da assessoria de imprensa através de concurso público.

Atualmente, gestão conduzida por Renato Pedreiro Miguel, que completou nove meses no último dia 5 de setembro, está focada numa administração mais participativa com a interação entre CRBM-3 e as instituições de ensino superior e os meios de comunicação. Uma estratégia para fortalecer o caráter de guardião da saúde da população, inerente aos biomédicos.



Fonte de texto: www.crbm3.gov.br