Os vasos sanguíneos são órgãos em forma de tubos que se ramificam por todo o organismo da maior parte dos seres-vivos, como o ser humano, por onde circula o sangue: artérias, arteríolas, vênulas, veias e capilares.

As artérias, arteríolas, veias e capilares sanguíneos, em conjunto, têm o comprimento de 160 000 cm.

São artérias que dão passagem ao sangue. O sangue é lançado na artéria aorta. Ela se ramifica e forma artérias menores que se distribuem ao corpo, elas se chamam arteríolas, elas se ramificam pelo corpo e viram menores ainda (microscópicas) e são chamadas de capilares.


Estudo mostra que ativação da proteína quinase AKT promove o crescimento de vasos sanguíneos a partir de antigos. Descoberta pode ser útil em condições graves, como o infarto.

Cientistas encontraram uma nova maneira de estimular o crescimento de vasos sanguíneos a partir daqueles já existentes no organismo. A estratégia foi publicada no periódico "Nature Communications".

A pesquisa é importante para situações que levam ao infarto ou ao Acidente Vascular Cerebral. Ambas as condições são causadas quando o fornecimento de fluxo sanguíneo é interrompido por um coágulo ou gordura - num mecanismo conhecido como isquemia.

Com isso, essas doenças se beneficiaram de novos vasos sanguíneos que poderiam contribuir para o reestabelecimento do fluxo do sangue.

No estudo do Instituto Médico de Sanford Burnham Prebys, na Califórnia (EUA), pesquisadores demonstraram que a formação de vasos sanguíneos funcionais depende da ativação de uma proteína: a "quinase AKT". Essa proteína, por sua vez, é ativada por outra: a "R-Ras".

A contribuição dos cientistas, liderados pelo pesquisador Masanobu Komatsu, também almeja que os vasos sejam funcionais. Outras pesquisas utilizaram a proteína VEGF (em inglês, 'Vascular endothelial growth factor') para estimular o crescimento dessas estruturas. No entanto, em ensaios clínicos, o benefício a pacientes não foi identificado.

Cientistas também fizeram uma comparação entre a VEGF e a nova estratégia. A VEGF promove o crescimento dos vasos, mas ele é desordenado e não funcional. Em uma próxima etapa, cientistas testarão eficácia de ambas as terapias.


Fonte: G1


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