A biomédica Deborah Zanforlin (à esquerda na foto) desenvolveu um dispositivo de diagnóstico e triagem portátil, chamado Metachip, que usa uma amostra de sangue para reconhecer simultaneamente até 18 biomarcadores presentes nos estágios iniciais de vários tipos de câncer.

Deborah é professora da Faculdade Boa Viagem (FBV|DeVry), no Recife, e do Centro Universitário do Vale do Ipojuca (Unifavip|Devry), em Caruaru, e que concorrerá com projetos do mundo todo na competição BioSciKin, categoria Life Science, em Stanford, Califórnia.

Segundo ela, um dos principais objetivos de seu projeto é fazer com que as pessoas deixem de enxergar o câncer como sendo uma sentença de morte, já que, graças à tecnologia, é possível detectá-lo com rapidez, o que aumenta a probabilidade de sucesso no tratamento.

Além de ser rápido, o dispositivo tem o tamanho de um laptop e pode ser levado com facilidade para cidades do interior, onde o acesso a testes e tratamento contra o câncer é mais difícil.

Segundo as fontes, atualmente, Deborah está em fase de desenvolvimento de relatórios que serão submetidos à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e à Food and Drugs Administration (FDA), para uma possível liberação do uso do Metachip em larga escala.

Para conseguir financiamento, Deborah se uniu a outros profissionais de vários países e criou a Startup ConquerX, voltada para o aperfeiçoamento e divulgação do chip. A ConquerX foi formada no MITx Global Entrepreneurship Bootcamp 2015 — um treinamento intensivo de sete dias sobre empreendedorismo e competição de startups. A startup de Deborah ganhou o People’s Choice Startup Award e ficou em segundo lugar na última competição de pitch.

Fonte: biomedicinapadrao.com.br/2016/04/biomedica-desenvolve-dispositivo-para-o.html" target="_blank">biomedicina Padrão | Canaltech