Vivemos em um mundo onde cada vez mais o capitalismo invade os espaços, passando por cima de tudo e todos. Pode parecer uma frase um tanto quanto forte e agressiva, mas é a mais nítida realidade. Já paramos para pensar quantas árvores foram cortadas para a construção de estradas, quantos rios foram poluídos por conta do avanço industrial? É claro que junto com o meio ambiente, o homem, principal (e único) responsável por toda essa devastação, sofre graves consequências. É exatamente nesse âmbito em que o biomédico está inserido, no sentido de manter a vida humana pela preservação e diagnóstico de problemas provenientes da poluição e destruição do meio em que vivemos.

De acordo com o Conselho Nacional de Biomedicina, o profissional biomédico está ápto a realizar análises físico-químicas, microbiológicas e parasitológicas para o saneamento do meio ambiente e manutenção da saúde da população. Trata-se de mais uma das áreas de atuação do biomédico, que por estar habilitado para a realização dessas análises, auxilia na detectação da poluição, no tratamento da água e do esgoto, além de trabalhar na averiguação bioquímica e microbiológica dos alimentos.

O biomédico que se dedica à especialização em Análises Ambientais pode desenvolver formas de intervenção nos ambientes hidroelétricos, minerais e urbanos. Baseado na postagem de Maria Farias, do blog Biomedicina 3l, a grade curricular depende de cada instituição, assim como a duração do curso de especialização (que varia de 12 a 18 meses), e dentre elas estão: Direito Ambiental, Fitogeografia e Fitossociologia, Ecologia Energética e Ecologia de Paisagens.

Diante aos problemas que podem ser notados diariamente, e que se referem ao meio ambiente, a Análise Ambiental tornou-se uma área bastante promissora, abrigando não somente os profissionais biomédicos, mas também biólogos, químicos, tecnólogos, ecologistas, engenheiros florestais e ambientais, agrônomos, geólogos, arquitetos, e aqueles que de alguma forma estão ligados à essas áreas.

Fonte: Biomedicina em ação