O CODIS (Combined DNA Index Systems) está consolidado no mundo todo como uma ferramenta de prevenção e combate ao crime. Especialmente, nos crimes em série (estupro) e em identificação humana de desastres em massa.

Durante a implantação desta ferramenta no Brasil, diversas discussões éticas e legais tem sido levantadas. Dentre elas destacam-se:

  • a) o DNA poderia revelar tendências comportamentais como "comportamento agressivo", "tendência homicida";
  • b) o DNA poderia revelar uma propensão a doenças como câncer ou doenças cardiovasculares;
  • c) seguradoras e outras empresas privadas poderiam acessar essas informações e negar assistência ou negar emprego em função das informações genéticas, promovendo uma "discriminação genética";
  • d) algum governante poderia utilizar essas informações para promover algum tipo de eugenia genocida visando uma possível "purificação racial" hitleriana.

Todas estas dúvidas são especulações INFUNDADAS. O principal motivo é que os dados genéticos são inseridos nos Bancos de Dados com muito critério e segurança. São também marcadores moleculares de regiões NÃO-CODIFICANTES e por isso não revelam nenhuma característica fenotípica da pessoa.