Uso de braços mecânicos e câmeras diminui chances de sequelas em até 50%.

Isso não é mais ficção científica da década de 80, mas projeção de cientistas para os próximos anos.

Nanorobôs ainda estão em pesquisa, mas procedimentos cirúrgicos com robôs auxiliares existem há mais de vinte anos. Eles são comuns na Europa e Estados Unidos; e agora no Brasil.

Mais de 200 cirurgias com robô já foram feitas no Hospital Albert Einstein, a maioria para tratamento de câncer de próstata. Outras aplicações vem sendo adotadas, como para tumores no pâncreas, endometriose, fígado, intestino grosso e no coração.

Nos casos de câncer de próstata, "o paciente tem 50% a mais de chance de preservar sua potência sexual e manter a continência urinária". "Sabemos que quanto menos cortes, menores os riscos e o tempo de convalescença também diminui".

Fonte: Revista Galileu